Seguidores não são faturamento. Da mesma forma, leads não são vendas. Assim, alcance não é resultado.
Por isso, entender quais são as métricas que enganam é essencial para qualquer empresa que quer crescer de forma saudável.
O que são métricas que enganam
As chamadas métricas que enganam também conhecidas como métricas de vaidade são indicadores que parecem relevantes. Entretanto, elas não mostram impacto real no negócio.
Em outras palavras, elas medem movimento, não valor.
Exemplos incluem seguidores, alcance, cliques e leads no topo do funil. Ainda assim, esses números não devem guiar decisões estratégicas.
Por que métricas de vaidade iludem
Métricas de vaidade sobem rápido. Consequentemente, alimenta uma falsa sensação de sucesso.
Além disso, são visíveis, coloridas e fáceis de compartilhar. Enquanto isso, métricas mais importantes exigem análise e disciplina.
Por essa razão, muitos gestores acabam focando no que é confortável, não no que é correto.
As métricas que realmente importam
Negócios saudáveis medem o que sustenta o caixa. Portanto, olham para margem, retenção, previsibilidade e lucro.
Por exemplo, CAC, LTV, taxa de recompra e receita recorrente mostram saúde real.
Assim, decisões passam a ser baseadas em realidade, não em ilusão.
Quando números bonitos escondem problemas
Você pode ter muitos leads e poucas vendas. Da mesma forma, pode ter muitas vendas e pouco lucro.
Nesse caso, a empresa confunde atividade com resultado.
Logo, cresce para fora e apodrece por dentro.
Conclusão
Métricas que enganam não são inúteis. Contudo, elas não podem guiar decisões.
Em resumo, crescer olhando só números bonitos é acelerar sem direção.
Portanto, quem quer crescer de verdade precisa escolher melhor o que mede.
